terça-feira, 25 de setembro de 2012

Atividades de matemáticas relacionadas a operações utilizadas no cotidiano.

As atividades propostas irá trabalhar com DINHEIRO e Quantidade (compras e vendas), para alunos do 5° ano:


 
Trabalhando a quantidade com os alunos do 5° ano, é possível observar o nível em que o aluno se encontra. É importante o desenvolvimento de atividades, para que a criança desenvolva a capacidade de soma e subtração das matérias que irão surgir durante o ano letivo.
Através da noção de quantidade é que o aluno poderá desenvolver outras técnicas matemáticas, somente assim criará seu senso matemático.
Quantificar, contar, enumerar faz parte do cotidiano portanto, as crianças costumam ter facilidade quando o assunto é quantidade.
Objetivo:  

Trabalhar números, interpretar e reproduzir através de objetos as quantidades numéricas, conhecendo suas dificuldades ou facilidades em questão a atividade proposta. Através das atividades podemos conhecer o aluno e saber como é sua noção de quantidade. É importante aplicar a atividade de maneira que a criança relacione com a sua vivência diária.

Objetivo especifico:


Conhecer a importância do agrupamento dos números, respondendo as necessidades humanas, registrar diferentes quantidades, conhecer diferentes formas de agrupamentos, registrando assim diferentes quantidades.
Recursos pedagógicos:
Jogo de banco imobiliário: 




Com o banco imobiliário é possível trabalhar com os alunos noções de calculos matemáticos.
 

20 situações em que as operações matemáticas são utilizadas, no cotidiano.

No nosso dia a dia, utilizamos a Matemática várias vezes. Ela é sempre utilizada através de operações da adição, subtração, multiplicação e divisão. Por isso, é muito importante sabermos realizar todos esses cálculos. Vamos apresentar algumas situações cotidianas em que você precisa utilizar a Matemática seguindo um cronograma diário. 




Data(dia/mês/ano);
Relógio(horas, minutos e segundos);
Dinheiro;
Compras;
Ao tomar um medicamento;
Lição de casa
7° Ao pegar um transporte público, se deve saber que horas passa e calcular seu horário;
Na lan house;
Na sorveteria;
10° Na padaria;
11° Se temos que dividir algo com nossos irmãos ou amigos em partes iguais;
12° Quando temos que fazer uma receita;
13° Para calcular a distância de casa até a escola;
14° Ao calcular nossa nota final na escola;
15° Para saber em que lugar o seu time se encontra no campeonato (deve-se somar os pontos obtidos e comparar com os outros times);
16° Para escolher um canal de tv;
17° Quando vendemos alguma coisa;
18° Em uma dieta precisamos calcular valores calóricos;
19° Quando calculamos a idade de alguém;
20° Em algúns jogos de matemática.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A construção conceitual das operações


As operações são usadas em diversas situações do cotidiano.

A adição é usada quando precisamos:
  • juntar duas ou mais quantidades;
  • acrescentar uma quantidade a outra quantidade;
A subtração é usada quando precisamos:
  • determinar a diferença entre duas quantidades;
  • comparar duas quantidades: quanto falta? quanto a mais?
A multiplicação é usada:
  • quando queremos adicionar muitas vezes a mesma quantidade;
  • na ideia de organização retangular;
  • quando trabalhamos a ideia d proporcionalidade.
A divisão é usada quando:
  • precisamos repartir uma quantidade em partes iguais;
  • precisamos saber quantas vezes uma quantidade cabe na outra.

Sistema de numeração decimal


A convivência em sociedade provocou na humanidade, a necessidade da criação de um mecanismo capaz de gerenciar numerais.
Para expressarmos quantidades ou para enumerarmos objetos, por exemplo, utilizamos um sistema de numeração. Existem vários sistemas de numeração, mas o mais comum e que é frequentemente utilizado por nós, é o sistema de numeração decimal.
Neste sistema os números são representados por um agrupamento de símbolos que chamamos de algarismos ou dígitos.
O sistema de numeração decimal possui ao todo dez símbolos distintos, através dos quais se utilizarmos apenas um dígito, podemos representar quantidades de zero a nove.
Dígitos ou algarismos são símbolos numéricos utilizados na representação de um número, por exemplo, o número 756 é composto de três dígitos: 7, 5 e 6.
No sistema decimal contamos com dez símbolos distintos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

História da Matemática

Por volta dos séculos IX e VIII A.C., a matemática engatinhava na Babilônia.
Os babilônios e os egípcios já tinham uma álgebra e uma geometria, mas somente o que bastasse para as suas necessidades práticas, e não de uma ciência organizada.
Na Babilônia, a matemética era cultivada entre os escrivas responsáveis pelos tesouros reais.

  




 Apesar de todo material algébrico que tinham os babilônios e egípcios, só podemos encarar a matemática como ciência, no sentido moderno da palavra, a partir dos séculos VI e V A.C., na Grécia. A matemática grega se distingue da babilônica e egípcia pela maneira de encará-la.
Os gregos fizeram-na uma ciência propriamente dita sem a preocupação de suas aplicações práticas. Do ponto de vista de estrutura, a matemática grega se distingue da anterior, por ter levado em conta problemas relacionados com processos infinitos, movimento e continuidade.
As diversas tentativas dos gregos de resolverem tais problemas fizeram com que aparecesse o método axiomático-dedutivo. O método axiomático-dedutivo consiste em admitir como verdadeiras certas preposições (mais ou menos evidentes) e a partir delas, por meio de um encadeamento lógico, chegar a proposições mais gerais.
Apolônio de Perga, contemporâneo de Arquimedes, dá início aos estudos das denominadas curvas cônicas: a elipse, a parábola, e a hipérbole, que desempenham, na matemática atual, papel muito importante.


Os árabes, conquistam a Índia encontrando lá um outro tipo de cultura matemática: a Álgebra e a Aritmética. Os hindus introduzem um símbolo completamente novo no sistema de numeração até então conhecido: o ZERO.
Isto causa uma verdadeira revolução na "arte de calcular". 


Dá-se início à propagação da cultura dos hindus por meio dos árabes. Estes levam à Europa os denominados "Algarismos arábicos", de invenção dos hindus.


No ano 1202, o matemático italiano Leonardo de Pisa, cognominado de "Fibonacci" ressuscita a Matemática na sua obra intitulada "Leber abaci" na qual descreve a "arte de calcular" (Aritmética e Álgebra). Nesse livro Leonardo apresenta soluções de equações do 1º, 2º e 3º graus. 





Nessa época a Álgebra começa a tomar o seu sapecto formal. Um monge alemão. Jordanus Nemorarius já começa a utilizar letras para significar um número qualquer, e ademais introduz os sinais de + (mais) e - (menos) sob a forma das letras p (plus = mais) e m (minus = menos).

Outro matemático alemão, Michael Stifel, passa a utilizar os sinais de mais (+) e menos (-), como nós os utilizamos atualmente.

No século XVII, a matemática toma nova forma, destacando-se de início René Descartes e Pierre Fermat.
A grande descoberta de R. Descartes foi sem dúvida a "Geometria Analítica" que, em síntese, consiste nas aplicações de métodos algébricos à geometria. Pierre Fermat era um advogado que nas horas de lazer se ocupava com a matemática.
Desenvolveu a teoria dos números primos e resolveu o importante problema do traçado de uma tangente a uma curva plana qualquer, lançando assim, sementes para o que mais tarde se iria chamar, em matemática, teoria dos máximos e mínimos.

Vemos assim no século XVII começar a germinar um dos mais importantes ramos da matemática, conhecido como Análise Matemática. Ainda surgem, nessa época, problemas de Física: o estudo do movimento de um corpo, já anteriormente estudados por Galileu Galilei. Tais problemas dão origens a um dos primeiros descendentes da Análise: o Cálculo Diferencial.

O Cálculo Diferencial aparece pela primeira vez nas mãos de Isaac Newton (1643-1727), sob o nome de "cálculo das fluxões", sendo mais tarde redescoberto independentemente pelo matemático alemão Gottfried Wihelm Leibniz. 

Seduzidos por essas novas teorias, os matemáticos dos séculos XVII e XVIII, corajosa e despreocupadamente se lançam a elaborar novas teorias analíticas.
Mas nesse ímpeto, eles se deixaram levar mais pela intuição do que por uma atitude racional no desenvolvimento da ciência. Não tardaram as consequências de tais procedimentos, começando por aparecer contradições.

A partir do século XIX a matemática começa então a se ramificar em diversas disciplinas, que ficam dada vez mais abstratas. Atualmente se desenvolvem tais teorias abstratas, que se subdividem em outras disciplinas. Os entendidos afirmam que estamos em plena "idade de ouro" da Matemática, e que neste últimos cinquenta anos tem se criado tantas disciplinas, novas matemáticas, como se haviam criado nos séculos anteriores. Esta arremetida em direção ao "Abstrato", ainda que não pareça nada prática, tem por finalidade levar adiante a "Ciência".

A história tem mostrado que aquilo que nos parece pura abstração, pura fantasia matemática, mais tarde se revela como um verdadeiro celeiro de aplicações práticas. 

Essa foi a História da Matemática, e aqui fica um vídeo interativo da história também. OBS: Muito bom para se passar para os alunos.

http://www.youtube.com/watch?v=ntylzQWvzCA&feature=related


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Todos pela paz

Oi gente!! Uma foto do nosso grupo, só esta faltando a nossas lindas Bruna, Andrelia e Andréa  :( . Essa foto foi tirada durante um projeto elaborado na Faculdade Anhanguera- Taubaté, que tinha como objetivo falar sobre a paz nas escolas. Muito bom! Beijos :*




História do Contando um tanto

 Olá!! O blog contando um tanto foi criado para postagem de trabalhos relacionados a Matemática para Educação Infantil, e Educação Fundamental , o blog inicialmente será usado no segundo semestre de 2012 para trabalho universitário da matéria Matemática do curso de Pegadogia- Anhanguera, Taubaté.
Elaborado pelas alunas:
Adréa Guimarães
AndrelinaFerreira
Bruna Morais
Ingrid Brito
Ingrid Ávila 
Liliane Aparecida
Mônica Pires


Esse blog vai trazer informações como história, atividades, recursos, materiais didáticos e elaborações de aulas de matemática para professores da Educação Base. Espero que gostem!